quarta-feira, 11 de maio de 2011

Inflação: O que é


Quando todos nós  estávamos seguros de que viveriamos apenas uma crescente em nossa economia, eis que um fantasma do passado volta a atormentar o povo brasileiro. Ao que parece, o atual modelo de gestão adotado pelo PT não trouxe apenas benefícios, mas pode começar a deixar uma herança maldita.

Apesar de ser notícia recente em todos os telejornais, e de nosso país ter passado por uma grave inflação pouco antes do plano real, muitos brasileiros ainda se perguntam sobre o que realmente vem a ser a inflação e suas causas.

Em linhas gerais, podemos definir a inflação como uma queda no poder de compra do dinheiro e em seu real valor. Para o povo em geral, é comum ouvir que a inflação é um aumento significativo e descontrolado no valor das coisas, nas mais diversas áreas.

Apesar de muitos economistas afirmaRrem que a inflação é boa para o mercado, ter um nível de inflação próximo a zero significa para a população uma estabilidade de preços nas prateleiras. Atualmente, o que vemos é uma diparada principalmente nos alimentos.

Na inflação, os efeitos são de ordem tanto interna como externa. No âmbito externo, podemos traduzir a inflação como uma desvalorização da moeda local frente a outras, e internamente ela se exprime mais no aumento do volume de dinheiro e aumento dos preços.

Tipos de Inflação

Segundo especialistas temos 3 tipos de inflação. Confira abaixo.

Fica configurada quando existe um excesso de demanda agregada em relação à produção disponível. As chances da inflação da demanda acontecer aumenta quando a economia produz próximo do emprego de recursos.
Para a inflação de demanda ser combatida, é necessário que a política econômica se baseie em instrumentos que provoquem a redução da procura agregada.

Está associada à inflação de oferta. O nível da demanda permanece e os custos aumentam. Com o aumento dos custos ocorre uma retração da produção fazendo com que os preços de mercado também sofram aumento. As causas mais comuns da inflação de custos são: os aumentos salariais fazem com que o custo unitário de um bem ou serviço aumente, o aumento do custo de matéria-prima que provoca um super aumento nos custos da produção fazendo com que o custo final do bem ou serviço aumente e por fim, a estrutura de mercado que algumas empresas aumentam seus lucros acima da elevação dos custos de produção.

A inflação possui vários índices entre eles o IGP (Índice Geral de Preços), IPA (Índice de Preços no Atacado), INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), CUB (Custo Unitário Básico).

Década de 1930 = média anual de 6%;Década de 1940 = média anual de 12%;Década de 1950 = 19%Décadas de 1960 e 1970 = 40%Década de 1980 = 330% Nota = Entre 1985 e 1994 as taxas da inflação no Brasil foram altas.Entre 1990 a 1994 =média anual de 764%Entre 1995 a 2000 = média anual de 8,6%Ano de 2004 = 7,60%Ano de 2005 = 5,69% (IPCA): limite máximo na meta oficial = 7%; objetivo do governo = 5,1%;

Especificamente, temos o seguinte quadro inflacionário pelo IPCA cheio, no período 1998-2009:

1998 = 1,65%1999 = 8,94%2000 = 5,97%2001 = 7,67%2002 = 12,53%2003 = 9,3%2004 = 7,6%2005 = 5,69%2006 = 3,14%2007 = 4,46%2008 = 5,90%2009 = 4,31%2010 = 5,91%

Existem diversos fatores que podem configurar ou causar uma inflação. Confira abaixo alguns deles:

Podemos citar as seguintes causas da inflação:

Emissão exagerada e descontrolada de dinheiro por parte do governo;Demanda por produtos (aumento no consumo) maior do que a capacidade de produção do país;Aumento nos custos de produção (máquinas, matéria-prima, mão-de-obra) dos produtos.

Agora vamos aguardar e torcer para que não passe de uma simples “marolinha”.

Fonte: Wikipedia


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